sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Vazio

Vazio,
trago abismos

para te ofertar.


Do ápice à base
tudo na vida
envereda.


Em troca
te peço pouco:
a queda.


João Andrade

4 comentários:

Margot disse...

Ao ler este poema, imagino-me num pêndulo de um relógio... para lá... e para cá...


azio...trago abismos para te ofertar (esquerda...direita)..... do ápice à basa....tudo na vida envereda (direita...esquerda)....em troca te peço pouco... a queda (esquerda... direita).... por fim o relógio para...! é o fim? é a queda? é a morte?!

Poeticamente, 10!

PRAIANO FLAT PRAIA DE ZUMBI disse...

Prezado Senhor João Andrade

Sou aluna do 5 período do Curso de Letras da Unp e bolsista do PET (Programa de Educação Tutorial) Literatura Norte-Rio-Grandense e tenho como tutora a Prof. Conceição Flores. Estamos realizando uma pesquisa sobre a nossa Literatura e coletando dados dos autores Potiguares. Por isso, venho por meio desta solicitar-lhe informações para a construção de verbete. Gostaria que fornecesse os seguintes dados:
Nome Completo;
Data e local de nascimento;
Filiação;
Casamento (se for o caso);
Grau de instrução;
Obras publicadas (com títulos, local e ano de publicação, edições)
Perfil do autor (características marcantes das obras);
Já venho pesquisando sobre suas obras e sobre a sua biografia, mas a sua colaboração é importante.
Agradeço-lhe desde já, certa de que conto com a sua colaboração.

Atenciosamente,
Luanna Ferreira

Maddie disse...

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Thanks!

Madison
maddie0147@gmail.com

Wanessa Dias disse...

Hmmmm muito bom!! e inspirante!!!!