sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Vazio

Vazio,
trago abismos

para te ofertar.


Do ápice à base
tudo na vida
envereda.


Em troca
te peço pouco:
a queda.


João Andrade

1 comentários:

Margot disse...

Ao ler este poema, imagino-me num pêndulo de um relógio... para lá... e para cá...


azio...trago abismos para te ofertar (esquerda...direita)..... do ápice à basa....tudo na vida envereda (direita...esquerda)....em troca te peço pouco... a queda (esquerda... direita).... por fim o relógio para...! é o fim? é a queda? é a morte?!

Poeticamente, 10!